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Uvas provenientes de uma parcela da Quinta, a vinha da Corredoira. Todas as uvas são vindimadas à mão em caixas de 20 kgs. Depois de um desengace parcial e ligeiro esmagamento, passam para a prensa onde ocorre um ligeiro contato entre películas e mosto. Prensagem suave e fermentação a temperaturas médias/altas em cubas de Inox. Terminou a fermentação em barricas de carvalho francês de 300 litros. Estagia nas barricas com as borras totais, com batonage, durante 6 meses. Vinhas com idade média de 35 anos. Cor palha, aroma muito complexo e profundo. Muita mineralidade com um leve fumado, revela notas cítricas e frescas. Paladar elegante e equilibrado, aromático, com bom volume e final muito fresco e mineral. Contém sulfitos.
Em stock
| Peso | 1,5 kg |
|---|---|
| Ano | |
| Produtor | |
| Castas |
Avesso |
| Variedade |
Monovarietal |
| Tipo | |
| País de Origem | |
| Região | |
| Sulfіtos |
Com sulfitos |
| Teor Alcoólico | |
| Volume |
Montez Champalimaud
A empresa é proprietária e produz vinhos das quintas de Paço de Teixeiró e Quinta do Côtto. A história da casa remonta ao século XIV, quando surgiram os primeiros registos da família no Douro e na região dos Vinhos Verdes, onde mantém até hoje as suas propriedades.
A Quinta do Paço de Teixeiró, localizada na freguesia de Teixeira, na fronteira da região dos Vinhos Verdes, produziu vinho e cereais durante tempos imemoriais. A Quinta do Côtto, na freguesia de Cidadelhe, na região demarcada do Douro, sempre se dedicou à cultura da vinha e produção de vinho.
Em 1922, foi constituída a sociedade Montez Champalimaud, à qual foi confiado todo o património familiar nas regiões do Douro e Vinhos Verdes, situação que persiste até à presente data.
A casa Montez Champalimaud implementa uma constante política de inovação, produzindo vinhos intemporais e de elevada qualidade. Quase um século depois, preserva a sua autenticidade e o perfil de vinho clássico, não seguindo modas de consumo. Atualmente, a gestão está a cargo de Miguel Mendia Montez Champalimaud, representante da quinta geração da família, e a enologia está entregue a João Grave.

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