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O Vallado V Rosé é um vinho de exceção produzido a partir da casta Tinto Cão. Com fermentação e estágio em barricas de carvalho francês, este rosé destaca-se pela sua textura sedosa e notas florais complexas. Um perfil gastronómico e elegante, ideal para momentos exclusivos que exigem a sofisticação da Quinta do Vallado. Descubra a frescura e a estrutura deste exemplar único do Douro.
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Vallado V Rosé
O Vallado V Rosé é uma expressão sofisticada da Quinta do Vallado, proveniente de vinhas selecionadas no Cima Corgo, situadas a uma altitude de 400 metros. Este vinho reflete a filosofia de precisão da casa, aliando a frescura do terroir à complexidade de uma vinificação cuidada em madeira.
A produção envolve uma prensagem ligeira das uvas, seguida de fermentação em barricas de 500 litros de carvalho francês de segundo ano. O estágio de sete meses nas mesmas barricas, com batonnage periódica, confere-lhe uma estrutura e longevidade invulgares para um vinho rosé.
Notas de Prova
- Aroma: Apresenta-se bastante complexo, destacando notas florais, nuances herbáceas e um ligeiro toque fumado.
- Paladar: Revela uma textura muito macia e sedosa, culminando num final fresco e elegante.
Pela sua estrutura e equilíbrio, o Vallado V Rosé afirma-se como um vinho extremamente gastronómico, ideal para acompanhar pratos de peixe elaborado ou carnes brancas.
Quinta do Vallado
A Quinta do Vallado, construída em 1716, é uma das mais antigas e famosas quintas do Vale do Douro. Pertenceu à lendária Dona Antónia Adelaide Ferreira e ainda pertence aos seus descendentes. Durante quase 200 anos, a principal atividade da quinta foi a produção de vinhos do Porto, comercializados pela Casa do Porto de Ferreira.
Os 65 hectares de vinha da Quinta do Vallado estão plantados em encostas de solo xistoso, viradas a sul e a poente, em altitudes entre 50 e 450 metros. Destes, 55 hectares foram plantados na década de 1990, dispostos maioritariamente em patamares de um bardo, com cordão duplo e apenas uma casta em cada parcela.
Os restantes 10 hectares são formados por vinhas muito velhas, plantadas entre as décadas de 1920 e 1950, destacando-se a Vinha da Granja (1929) e a Vinha da Coroa (1958). Estas vinhas velhas têm um enorme potencial para produzir vinhos fora de série. A quinta produz tintos (blend, monocastas, field blend, single vineyards), brancos, rosés, Porto e azeite, com imensos prémios e distinções, especialmente os vinhos do Porto e os vinhos de reserva.

